Um singelo giorno em Pisa

A cidade é gigante, estende-se por um vale entre os Alpes esculpidos em mármore por alguém, quem sabe, num dos sete dias de lavoro do Padre de JC. Existe um rio límpido e cristalino onde vemos os nossos reflexos nos dias mais solarengos e nas noites mais claras de luar, quando debruçamos nossos corpos jovens. Corpos esbeltos, elegantes e bem alimentados com a melhor da agricultura biológica que aqui se produz, nesta cidade, de grandes tradições de comida vegetal, onde mozzarelas, massas, pizzas, facaccias e outros elementos do Demo nao terao jamais lugar.
Mas falávamos do rio, esse rio de margens onde alegres crianças, meninos, garotos e outros que não tão jovens e sadios dão lugar à vida mostrando dotes de bravura e coragem lançando-se aos bandos da Ponte di Mezzo para as conhecidissimas aguas terapeuticas do Arno, onde seres inimagináveis de caudinha habitam e são felizes.
Conforme nos vamos afastando desta agradável harmonia de vida e esperança, eis que ao longe, por entre ruelas pautadas por fragrancias de flores, se avista esse majestoso monumento que perdurou intacto a todos aqueles que invejam a vida nesta tão bela cidade, imponente na sua glória de sete níveis, este monumento espelha tudo aquilo que esta cidade tem de melhor. A salubridade a segurança, enfim a humildade de se ser torto mas ao mesmo tempo belo. E a premonição de que esta cidade jamais seria (de) direita.
Sara e João

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